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sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Eleitos órgãos sociais da Resiestrela

A RESIESTRELA — Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, SA, empresa constituída pelo Decreto -Lei n.º 128/2008, de 21 de Julho, para assumir, mediante contrato de trespasse, a concessão do Sistema Multimunicipal de Triagem, Recolha Selectiva, Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos da Cova da Beira, cuja gestão e exploração estavam atribuídas à Águas do Zêzere e Côa, SA, concessionária do Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e de Saneamento do Alto Zêzere e Côa, realizou a primeira Assembleia Geral de Accionistas.

Os accionistas da Resiestrela deliberam eleger os seguintes titulares para os órgãos sociais relativos ao mandato de 2008-2010: a Mesa da Assembleia Geral é presidida pelo Município do Sabugal, representado pelo presidente de Câmara, a vice-presidência é assumida pelo Município de Belmonte (representado pelo seu presidente de Câmara) e a Empresa Geral de Fomento, S.A. fica com o cargo de secretário; no Conselho de Administração, o presidente é Rui Nobre Gonçalves, o administrador delegado é a Empresa Geral de Fomento, S.A. e António José Macieira Antunes, o Município da Guarda e o Município do Fundão (representados presidentes) ocupam cargos de vogais; o Fiscal Único (Efectivo) é a BDO bdc & Associados – SROC, representado por José Martinho Soares Barroso, sendo suplente João Paulo Torres Cunha Ferreira.


Recolha e tratamento de resíduos

Com a celebração do contrato de trespasse relativo à concessão do Sistema Multimunicipal de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) da Cova da Beira, a RESIESTRELA SA fica responsável pela triagem, recolha selectiva, valorização e tratamento dos RSU produzidos nos municípios de Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Covilhã, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão, Guarda, Manteigas, Mêda, Penamacor, Pinhel, Sabugal e Trancoso, servindo uma população de 221.195 habitantes (cerca de 2% da população nacional) numa área de 6.160 km2 (cerca de 7% do território português).

A RESIESTRELA, SA tem como accionistas a EGF, sub-holding do Grupo Águas de Portugal para a área de resíduos, que detém 62,95% do capital social, os municípios utilizadores do Sistema (exceptuando a Covilhã que não faz parte da sociedade) e a Associação de Municípios da Cova da Beira.

in "Nova Guarda"

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Resiestrela assume gestão de resíduos da Cova da Beira

Depois de aprovada em Conselho de Ministros de 8 de Maio de 2008, a constituição da Resiestrela – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos acaba de ser formalizada com a publicação do Decreto-Lei nº128/2008, de 21 de Julho.

À nova empresa, que integra a carteira de participações da EGF, a sub-holding do grupo AdP para a área dos resíduos, é atribuída a concessão da exploração e gestão do sistema multimunicipal de triagem, recolha selectiva, valorização e tratamento de resíduos sólidos urbanos da Cova da Beira, que, nos últimos seis anos, esteve concedida à Águas do Zêzere e Côa.

A EGF detém 62,95 por cento do capital social da Resiestrela, no montante de quatro milhões de euros, cabendo o restante aos municípios utilizadores, exceptuando a Covilhã que não faz parte da sociedade, e à Associação de Municípios da Cova da Beira.

A Resiestrela integra como utilizadores os municípios de Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Covilhã, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão, Guarda, Manteigas, Meda, Penamacor, Pinhel, Sabugal e Trancoso, abrangendo cerca de 284 mil habitantes.

Com a transferência do referido sistema multimunicipal para a nova empresa, a Águas do Zêzere e Côa passará a dedicar-se em exclusivo ao abastecimento de água e saneamento de águas residuais, a sua principal área de actividade.

in "Kaminhos"

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Regadio da Cova da Beira não abrange todo o concelho de Belmonte

Segundo o vereador do MPB, Jorge Amaro, o regadio da Cova da Beira não contempla a totalidade do concelho de Belmonte. Freguesias como Colmeal da Torre, Maçainhas e a zona norte da freguesia de Belmonte, nomeadamente o vale da Gaia não estão abrangidas pelo regadio da Cova da Beira. Abordado por esta situação, o presidente da câmara municipal de Belmonte, reconhece a importância do alargamento do regadio para essas zonas do concelho mas, mostra-se tranquilo e atento quanto à ampliação do bloco norte do regadio, o qual inclui ainda uma grande parte da freguesia de Belmonte. No entanto, Amândio Melo não garante prazos uma vez que a obra não é da responsabilidade da câmara municipal.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Municípios da Cova da Beira com cartografia digital

Os 13 municípios abrangidos pela Associação de municípios da Cova da Beira (AMCB) vão passar a estar munidos de cartografia digital. Os 372 ortofotomapas à escala de 1:10:000 foram elaborados quando dos voos aéreos realizados pelo Instituto Geográfico Português (IGP) em Agosto e Setembro de 2007.
As imagens vão substituir os obsoletos mapas analógicos e permitirão às autarquias um melhor planeamento e gestão territorial. Os dados estarão disponíveis numa plataforma na Internet (webSIG) que reúne as fotografias, informação diversa (histórica, cultural, desportiva), dados estatísticos dos municípios, plantas de localização, o Plano Director Municipal (PDM), cartas de equipamentos, roteiros e os serviços de protecção civil. A plataforma na Internet está ainda a ser desenvolvida e vai ao encontro do SIGestPro Autarquias, um projecto que a AMCB candidatou recentemente ao Sistema de Apoios à Modernização Administrativa (SAMA).

in "O Interior"

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Autarquias querem sensibilizar primeiro-ministro para construção de túneis

Algumas Câmaras Municipais da região vão pedir uma audiência ao primeiro-ministro para o sensibilizar para a construção de túneis rodoviários para atravessamento da Serra da Estrela. O pedido de reunião surge depois de um encontro realizado em Seia com o Secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, no qual terá sido anunciado que o Governo deverá optar em breve por projectar novas estradas excluindo a construção de túneis.
Esta possibilidade foi desde logo criticada, entre outros, pelo presidente da Câmara Municipal de Gouveia, Álvaro Amaro. “Disse ao Secretário de Estado que elogio a atenção que está a dedicar às acessibilidades à Serra da Estrela, mas pedi-lhe que, depois de esperarmos tantos anos, não tome uma decisão apressada”, disse o autarca.
A construção de 12 quilómetros de túneis para atravessar a Serra da Estrela é um dos cenários propostos pelo Estudo de Avaliação Estratégica para a região do Centro Interior, encomendado pela Estradas de Portugal, que analisa três opções (IC6, IC7 e IC37) e esteve em consulta pública até meados de Fevereiro. “Conclui que os túneis (entre Covilhã, Manteigas e Seia/Gouveia) são a opção que garante melhor conectividade de toda a região, maior desenvolvimento local, emprego e coesão social”, referiu Álvaro Amaro. Aquele documento aponta, no entanto, a construção de estradas a Sul da Serra como solução mais equilibrada, devido ao elevado investimento dos túneis. “Mas nós também defendemos, com realismo, que sejam portajados. Não queremos é verificar tarde demais que perdemos uma oportunidade histórica para a Serra da Estrela por causa de uma opção economicista”, acrescentou. O apoio aos túneis une desde o mês de Fevereiro as Câmaras de Gouveia, Covilhã, Belmonte e Manteigas. “Vamos pedir ao primeiro-ministro que nos receba o quanto antes, até porque que é um homem da Serra, que percebe bem as razões que devem estar por detrás desta decisão”, disse o autarca de Gouveia.
Entretanto, o Município de Manteigas é o que tem mais expectativas sobre a construção dos túneis: “Perder esta oportunidade de projectar os túneis da Serra da Estrela é ter uma fraca noção de ordenamento do território”, considerou o presidente da Câmara, José Biscaia. “Sem túneis, Manteigas fica completamente excluída de uma ligação condigna à auto-estrada A23 ou a qualquer outra estrada de acesso e o maciço central da Serra continua de costas voltadas para os municípios que o integram”, sublinhou o autarca.

in "A Guarda"

quinta-feira, 15 de maio de 2008

AMCB e Salamanca criam projecto para prevenção de riscos

A Associação de Municípios da Cova da Beira (AMCB) e a Diputación de Salamanca vão candidatar, em conjunto, o projecto "Prevenção de Riscos na Beira Interior Norte e em Salamanca" a fundos comunitários. O objectivo é proceder à aquisição de equipamentos e ao desenvolvimento de acções que protejam o meio ambiente, bem como o património histórico e natural. A AMCB pretende adquirir um equipamento para realizar inspecções técnicas aos edifícios transfronteiriços de grande valor patrimonial, arquitectónico e turístico e às zonas históricas de cada município. Outras das metas são a aquisição de uma viatura de medição da qualidade de ar e de ruído e o desenvolvimento de sistemas cartográficos parar alertar para riscos naturais nas bacias hidrográficas. Deverá, ainda, ser elaborado um mapa sobre a qualidade das águas transfronteiriças com base num sistema periódico de análise química. Para além disso, pretende-se criar 30 pontos estratégicos de abastecimento.

in "O interior"

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Regadio da Cova da Beira chega ao concelho de Belmonte

O bloco de Belmonte e Caria do Regadio da Cova da Beira vai começar a funcionar em período experimental no início do mês de Maio, revelou hoje à Agência Lusa o presidente da Associação de Regantes, António Gomes.

O novo bloco de rega abrange 3.000 hectares de terrenos e deverá levar também à estreia do túnel de ligação entre as barragens do Sabugal e Meimoa.

"Hoje temos entre 16 a 17 milhões de metros cúbicos de água para rega na Barragem da Meimoa", disse aquele responsável.

"Com a entrada em funcionamento do bloco de Caria e Belmonte, prevemos que em fins de Junho deva ser necessário trazer água do Sabugal pela primeira vez", adiantou.
Deverá ser feito um transvaze de 18 milhões de metros cúbicos para o resto do Verão, de entre os 30 que estão disponíveis na Barragem do Sabugal. A ligação entre as duas barragens quase elimina por completo o risco de seca para os utilizadores do Regadio da Cova da Beira.

No entanto, António Gomes é cauteloso: "É uma obra nova que vai ser usada pela primeira vez, por isso, temos que ver como se comporta".

"Por outro lado, os períodos de seca são cada vez mais frequentes, pelo que, independentemente dos recursos disponíveis, a gestão da água deve ser vista cada vez com mais cuidado", sublinhou.

Segundo António Gomes, as culturas de Outono e Inverno na Cova da Beira já "sofreram um pouco" com a seca e só a chuva das últimas semanas veio atenuar a situação.

"Mas era bom que ainda chovesse um pouco mais, na medida certa, para não atrasar as culturas de primavera", acrescentou.

Para já, o Bloco da Meimoa é o único do Regadio da Cova da Beira que está a funcionar. Foi aberto em 1990 e contou na última campanha com 646 utilizadores distribuídos por 1.700 hectares de terreno nos concelhos do Fundão, Penamacor e Sabugal.

A utilização fundamental são culturas de milho, grão e silagem (alimentação de animais).

As inscrições para o bloco de Belmonte e Caria (concelho de Belmonte) começam no próximo dia 20, com a Associação de Regantes a deslocar-se a cada uma das localidades para receber os interessados.

"Se a rega chegar a 60 por cento da área, devemos ter naquele bloco 400 utilizadores", disse o responsável.

O Regadio da Cova da Beira ficará completo com a construção dos blocos da Covilhã e Fundão, cuja conclusão está prevista para 2009.


in Kaminhos

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Regadio da Cova da Beira

Projecto da Cova da Beira ganha mais 3000 hectares em 2008, conclusão em 2010. Rui Gonçalves, secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, deixa um aviso aos agricultores: mais do que pedir novas estruturas, o tempo é de aproveitar as que existem e explorar novas oportunidades de negócio.

O Regadio da Cova da Beira vai servir novas áreas em 2008 e estará concluído em 2010, servindo 14 mil hectares de área agrícola. Rui Gonçalves, secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, destacou as oportunidades que em novas hortas, pomares, olival e biocombustíveis, durante uma visita às obras dos blocos de rega de Belmonte e Caria. Os dois blocos vão começar a funcionar no próximo ano, servindo 3000 hectares de terrenos.Para além daqueles trabalhos, estão a ser elaborados os projectos dos blocos da Covilhã e Fundão, cuja conclusão está prevista para 2009. As intervenções que estão a decorrer estão orçadas em 50 milhões de euros e Rui Gonçalves garantiu que “haverá dinheiro” para as obras cujos projectos estão ainda a ser feitos. “No próximo Plano de Desenvolvimento Rural, a Cova da Beira é prioritária na área do regadio”, destacou.“Esperamos que em 2010 todos os agricultores que disfrutam dos 14 mil hectares de superfície agrícola útil abrangida estejam a beneficiar do Regadio da Cova da Beira”. “Concretizaremos assim um projecto com mais de 50 anos”, disse o governante, que se recusou a comentar os atrasos da obra ao longo de décadas. “O que posso dizer é que este Governo assumiu o compromisso de acabar a obra e é isso que estamos a fazer”, sublinhou.

FALTA APROVEITAR O QUE EXISTE

Rui Gonçalves lamentou que o Bloco da Meimoa, o único do Regadio da Cova da Beira que está a funcionar, “ainda não esteja totalmente aproveitado”. Abrange uma área de 3400 hectares e foi aberto em 1990. “O que eu digo aos agricultores de todo o país é que têm que aproveitar bem as infra-estruturas que já estão no terreno e aquelas que estamos a fazer”, alertou, também a propósito do II Congresso Nacional de Rega e Drenagem, em cuja sessão de encerramento participou, no Fundão. Hortas e pomares com futuro“Portugal precisa de aumentar a produtividade em grandes áreas da agricultura”, apontando a hortofruticultura como prioridade no Plano de Desenvolvimento Rural e para a qual a Cova da Beira “tem grande aptidões”. Aposta na formação“O Plano de Desenvolvimento Rural tem fundos não só para o betão, mas também para a formação dos agricultores e promoção da produção agrícola”. “Vamos investir muito para que as infra-estrutruras não fiquem desaproveitadas”, garantiu Rui Gonçalves.

Décadas a passo de caracol

Se com o Regadio são agora prometidas novas oportunidades, a verdade é que já passaram 50 anos desde que o projecto nasceu. Muitas das oportunidades já podiam ter dado um novo impulso ao sector na região.

1957 - Câmara da Covilhã envia uma petição ao Governo, solicitando estudos de viabilidade do projecto.
1960 - São realizados estudos de avaliação de aptidão de terrenos ao regadio
1978 - Estudo prévio do projecto
1981 - Projecto para os sistemas secundários de rega
1986 - Projecto para o sistema primário de rega
1984 - Construção da Barragem da Meimoa
1990 - Começam a funcionar os canais de irrigação no bloco da Meimoa
2000 - Construção da Barragem do Sabugal
2005 - Governo assume o compromisso de concluir as obras em 2009, para o aproveitamento arrancar em 2010


in Diário XXI