sexta-feira, 30 de julho de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Lagar de Azeite de Maçainhas será requalificado
A Câmara Municipal de Belmonte adjudicou o restauro do antigo Lagar de Azeite de Maçainhas, Belmonte. As obras estão orçadas em quinhentos mil euros.A primeira fase das obras de requalificação do imóvel deverá estar concluída em finais do próximo ano, 2011, e as obras estão a cargo da empresa Edibeiras. A segunda fase deverá passara pelo aproveitamento dos equipamentos interiores, antigamente utilizados no funcionamento daquele lagar.
A Câmara de Belmonte está a pensar em incluir este imóvel no roteiro museológico do concelho e para que sirva de local de estudo, "trazer ali os nossos estudantes e dar a conhecer o seu funcionamento", referiu Amândio Melo, o autarca de Belmonte que pensa noutras ideias, como "apresentar ali as tradicionais tibórnias", o autarca a destacar a vertente gastronómica pensada para aquele espaço, depois de concluído.
in "Rádio Caria"
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Freguesia de Maçainhas fustigada pelo fogo
A madrugada de segunda para terça-feira foi de sobressalto para muitas aldeias dos concelhos do Sabugal e Belmonte. Em Maçainhas, o fogo andou a “lamber” as paredes às casas lançando o pânicoPELO segundo ano consecutivo, José Gonçalves teve o fogo perto de casa, entre o Sabugal e Belmonte, mas desta vez em pânico: foi obrigado a evacuar a habitação e a lutar para que as chamas não queimassem mais que a horta. “Não percebo: por mais incêndios que haja andamos sempre com o coração nas mãos”, desabafou à Agência Lusa, em Maçainhas, Belmonte, à porta da casa cercada de terrenos ainda esfumaçar.
Um incêndio florestal destruiu mato e pinhal desde as 22 horas de segunda-feira com as chamas a nascerem no concelho do Sabugal e a avançarem para Belmonte, onde o fogo foi dominado às 10 e 30, passando a fase de rescaldo, segundo fonte dos CDOS de Castelo Branco.
O fogo lavrou em parte dos terrenos que já tinham ardido no maior incêndio de Portugal e da Europa de 2009, com 10 milhões de euros de prejuízos e que afectou gravemente aquele concelho raiano.
De acordo com a Protecção Civil da Guarda e Castelo Branco, desta vez não há registo de prejuízos como em 2009, mas houve dezenas de pessoas cercadas pelo fogo em Maçainhas.
“Estivemos aqui a noite toda a molhar os telhados e tudo à volta”, descreveu Maria Pacheco, de 67 anos, que viu as férias em casa da filha transformadas numa luta pela sobrevivência.
Às 00 e 20 a família foi acordada por um vizinho que os alertou para a proximidade do fogo. “Acordei e em segundos já estava a arder o pinhal, junto à casa. Entrei em pânico”, relatou.
A filha Elisabete Pacheco, de 39 anos, levou a neta de cinco anos e os dois carros para a aldeia, mais afastada das chamas e junto à auto-estrada A23, enquanto a mãe e o marido protegeram a casa. “Já o ano passado andei a apagar o fogo por esta altura”, referiu, numa alusão ao fogo do Sabugal que destruiu 12 mil hectares de mato, floresta e terrenos agrícolas. “Andamos sempre com o coração nas mãos”, lamentou.
A poucos metros, Ilda Rosa e o marido, José Marques, levaram mangueiras durante a noite para junto de um pavilhão onde um familiar guarda animais e ao qual se encostaram as chamas.
“Depois de os conseguirmos tirar para camiões, estávamos nós cercados pelas chamas. Os bombeiros disseram-nos para esperar até chegarem mais carros de combate”, contou Ilda Rosa, que esteve no local, junto ao apeadeiro de caminho-de-ferro de Maçainhas, entre as 22 horas e as cinco da madrugada. Naquela zona há telefones fixos que não funcionam, uma vez que o fogo destruiu alguns postes de telecomunicações, assim como arderam algumas das travessas do troço da linha de caminho-de-ferro da Beira Baixa, que está desactivada para obras entre a Covilhã e a Guarda. O fogo provocou sustos no concelho de Belmonte, mas lavrou sobretudo em terrenos do Sabugal.
in "Jornal do Fundão"
terça-feira, 27 de julho de 2010
Falta de Médicos de Família na Cova da Beira
De acordo com as directivas do próprio ministério, o ACES que abrange os concelhos da Covilhã, Fundão e Belmonte deveria ter 71 médicos de família. Porém, tem estado longe desse número. Em Janeiro de 2009 tinha 60 clínicos e no início deste ano 54, sendo que no ano passado três pediram a aposentação na Covilhã e dois do Fundão. Quando passar a funcionar com apenas 45, o ACES da Cova da Beira terá, assim, menos 26 médicos de família do que o previsto nos quadros de pessoal, o que representa um défice da ordem dos 37 por cento. «Estamos a falar de um decréscimo acentuado e, por isso, vive-se o problema com alguma preocupação», afirma o presidente do Conselho da Comunidade, Carlos Abreu, ao defender que se a tutela não agir «o número de médicos não será suficiente para assegurar os cuidados médicos à população». Na sua opinião, a solução passa pela contratação de médicos.
«Esperemos que a ministra nos dê uma resposta positiva e o mais rapidamente possível», acrescenta o presidente daquele órgão consultivo. «É uma situação dramática, principalmente no Fundão», analisa, por sua vez, o director do agrupamento, ao referir que dos 14 pedidos de aposentação oito são daquele Centro de Saúde. «Havia 10 médicos na sede de concelho, no centro de saúde, e só ficam dois», alerta Manuel Geraldes, segundo o qual este problema tem vindo a ser acompanhado pela Administração Regional de Saúde do Centro. O responsável explica que «foi por isso que abriu neste último ano uma vaga de internato médico para Medicina Familiar», no entanto, ninguém concorreu. «O problema da fixação de médicos no interior preocupa-nos, mas não nos surpreende», considera Manuel Geraldes, admitindo que «não é fácil adoptar uma solução» para resolver a falta de médicos no ACES que dirige.
Caso não seja possível reforçar o número de clínicos, este responsável explica que «terá de haver uma redução do número de extensões de saúde ou avançar-se para uma reorganização». No total, existem 59 extensões de saúde na Cova da Beira: 27 no Fundão, 25 na Covilhã e sete em Belmonte. Recorde-se que a redução do número de médicos de família é um problema que se sente um pouco por todo o país e que se agravou no início do ano devido à corrida aos pedidos de antecipação de reforma – motivados pelas alterações feitas ao estatuto da aposentação dos funcionários públicos no Orçamento do Estado para 2010. Só na última semana do passado mês de Fevereiro terá havido, a nível nacional, quase 300 médicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) a pedir a reforma antecipada na Caixa Geral de Aposentações (CGA). A grande maioria, cerca de 80 por cento, eram médicos de família. Nessa semana houve quase tantos pedidos como em todo o ano de 2009, quando 401 médicos se aposentaram.
in "O Interior"
domingo, 25 de julho de 2010
Escolas do 1º ciclo de Maçainhas e Carvalhal Formoso não vão fechar
No concelho de Belmonte, o Ministério da Educação não vai levar por diante a intenção de encerrar as escolas do primeiro ciclo de Maçainhas e de Carvalhal Formoso.Na última reunião pública do executivo, o vice-presidente da autarquia deixou a garantia de que já tinha recebido indicações da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC) no sentido de manter as escolas em funcionamento e de colocar professores naquelas duas escolas. David Canelo garantiu ainda que, no concelho de Belmonte, a única escola que não vai abrir, no próximo ano lectivo, é a escola da Fonte do Ruivo na vila de Caria. O fecho prende-se com a falta de alunos para a manutenção das duas escolas na vila pelo que no próximo ano lectivo vai apenas funcionar a escola de São Marcos. A escola do Fonte do Ruivo está há muito identificada como o local para a construção do Centro Educativo de Caria.
Segundo escreve hoje o jornal Diário de Notícias, já só restam cerca de 200 escolas do primeiro ciclo abertas com menos de 21 alunos. Os 701 fechos deste ano, anunciados ontem pelo Ministério da Educação, abrangem dez mil estudantes. No espaço de cinco anos, terão encerrado mais de 3200 escolas primárias com poucos alunos. Uma "reorganização" da rede lançada pela anterior ministra da Educação, e que a actual detentora da pasta, Isabel Alçada, aproximou do seu fim com o anúncio, ontem, de que mais 701 escolas primárias já não abrirão portas no regresso às aulas.
in "Rádio Caria"
"Resiestrela investe 900 mil euros para produzir electricidade com biogás de aterro"
A Resiestrela, empresa de gestão de resíduos sólidos na Beira Interior, vai investir 900 mil euros num sistema de produção de electricidade a partir do biogás criado no Aterro Sanitário do Fundão.O sistema adjudicado a um consórcio português liderado pela EFACEC vai captar os gases criados com a decomposição dos resíduos e com a queima desse biogás mover geradores com uma potência de 800 kWe para produção de energia eléctrica.
"Além de gerar receitas, este investimento possibilitará também a diminuição de emissões de gases com efeito estufa, tanto pela sua queima no aterro, como pela substituição de fontes de produção não renováveis", disse Carlos Pais, administrador delegado da Resiestrela.
"A energia será exportada integralmente para o sistema eléctrico de abastecimento público", acrescentou.
O prazo de execução da obra é de cerca de noves meses e fica a cargo de um consórcio português composto pela EFACEC Ambiente e EFACEC Engenharia, que conseguiu apresentar a melhor proposta no concurso público internacional lançado pela Resiestrela.
Cerca de 75 mil toneladas de resíduos indiferenciados entram todos os anos na Central de Compostagem da Quinta das Areias, sete a dez por cento dos quais dão origem a composto para utilização agrícola e o restante é conduzido para aterro.
A Resistrela é responsável pela concessão do sistema multimunicipal de triagem, recolha selectiva, valorização e tratamento de resíduos sólidos urbanos de 14 municípios desde Janeiro de 2009.
Integram o sistema os concelhos de Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Covilhã (apenas utilizador de resíduos indiferenciados), Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão, Guarda, Manteigas, Mêda, Penamacor, Pinhel, Sabugal e Trancoso.
in "www.oje.pt"
sábado, 24 de julho de 2010
Regadio para norte do concelho de Belmonte provávelmente não passará de uma miragem
O Ministro da Agricultura reconheceu, na passada quarta-feira, no Meimão (Penamacor) que "uma pequena parcela não tem acesso ao regadio" mas "só teremos possibilidade de equacionar isso se houver capacidade de financiamento". António Serrano adiantou ainda que "o preocupante era nós garantirmos a conclusão de todo o empreendimento que está planeado e projectado há muitos anos" sem a última fase do Regadio da Cova da Beira concluída "não se pode falar em mais nada". O Ministro da Agricultura não deixou garantias para que o regadio possa avançar para uma parcela de 150 hectares na zona norte do concelho de Belmonte, nos terrenos situados nas freguesias de Colmeal da Torre e Maçainhas.
Esta é uma preocupação para a Câmara Municipal de Belmonte. "O município não pode ficar fora do regadio". Amândio Melo afirma que "o projecto está a ser feito e a obra haverá de ser feita". para o autarca "os fundos devem aparecer de algum lado" e mostra-se convicto que "o bom senso estará presente nas decisões que serão tomadas e os 150 hectares serão irrigados brevemente"
in "Rádio Caria"
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Recolha de assinaturas anti-portagens
A Comissão de Utentes Contra as Portagens na A25, A23 e A24 realiza amanhã, junto à fronteira de Vilar Formoso, uma recolha de assinaturas para o abaixo-assinado contra as portagens.
"Um local simbólico atravessado por dois terços das mercadorias que entram e saem de Portugal por via terrestre". Francisco Almeida, da Comissão de Utentes Contra as Portagens adianta ainda que “em 2004, quando apareceu pela primeira vez esta ameaça, foram recolhidas mais de 25 mil assinaturas”. Neste momento a Comissão de Utentes já conseguiu pela internet "mais de quatro mil assinaturas, um número suficiente para poder avançar com uma petição na Assembleia da República”. Mas a Comissão de Utentes Contra as Portagens na A25, A23 e A24 “quer ir mais longe”.
A Comissão de Utentes Contra as Portagens na A25, A23 e A24 ainda não tem um timing definido para a entrega do abaixo-assinado na Assembleia da República, até porque segundo Francisco Almeida, o processo que visa a introdução de portagens nas SCUT está pouco claro, “uma trapalhada que ninguém percebe”. Para além da recolha de assinaturas para o abaixo-assinado contra as portagens, a Comissão de Utentes poderá adoptar outras medidas tais como "marchas lentas e buzinões".
A Comissão de Utentes Contra as Portagens na A25, A23 e A24 realiza amanhã, junto à fronteira de Vilar Formoso, uma recolha de assinaturas para o abaixo-assinado contra as portagens. Uma iniciativa que terá início às 09h30. Já em 2004, foi realizada uma acção idêntica na fronteira de Vilar Formoso.
"Um local simbólico atravessado por dois terços das mercadorias que entram e saem de Portugal por via terrestre". Francisco Almeida, da Comissão de Utentes Contra as Portagens adianta ainda que “em 2004, quando apareceu pela primeira vez esta ameaça, foram recolhidas mais de 25 mil assinaturas”. Neste momento a Comissão de Utentes já conseguiu pela internet "mais de quatro mil assinaturas, um número suficiente para poder avançar com uma petição na Assembleia da República”. Mas a Comissão de Utentes Contra as Portagens na A25, A23 e A24 “quer ir mais longe”.
A Comissão de Utentes Contra as Portagens na A25, A23 e A24 ainda não tem um timing definido para a entrega do abaixo-assinado na Assembleia da República, até porque segundo Francisco Almeida, o processo que visa a introdução de portagens nas SCUT está pouco claro, “uma trapalhada que ninguém percebe”. Para além da recolha de assinaturas para o abaixo-assinado contra as portagens, a Comissão de Utentes poderá adoptar outras medidas tais como "marchas lentas e buzinões".
A Comissão de Utentes Contra as Portagens na A25, A23 e A24 realiza amanhã, junto à fronteira de Vilar Formoso, uma recolha de assinaturas para o abaixo-assinado contra as portagens. Uma iniciativa que terá início às 09h30. Já em 2004, foi realizada uma acção idêntica na fronteira de Vilar Formoso.
in "Rádio Caria"
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Belmonte comemora o dia de S. Tiago
No próximo dia 25 deste mês de Julho celebra-se o dia de Santiago, este ano com carácter especial já que se assinala o Jacobeu.A vila de Belmonte associa-se às comemorações com o programa “Conhecer Santiago”, é o nome da actividade livre de pintura que decorre em Belmonte, no próximo dia 25 de Julho.
A proposta feita aos participantes é a de realizarem o seu próprio “fresco”, em placa de gesso de pequenas dimensões, utilizando técnicas de execução e de acabamento tradicionais, baseando-se na temática e simbologia ligadas a Santiago.
O evento decorre na Igreja de Santiago, a partir das 15:00H.
A partir das 21:00H, no auditório do Castelo de Belmonte, realiza-se um concerto com o grupo de música luso-galaica com o grupo Bailenda.
in "Rádio Caria"
domingo, 18 de julho de 2010
Dia da Freguesia de Belmonte
Hoje (Domingo, 18 de Julho), a Junta de Freguesia de Belmonte realiza mais uma edição do “Dia da Freguesia”.Esta é uma iniciativa levada a cabo há já alguns anos pela autarquia belmontense, que preparou para este domingo, um vasto programa com várias actividades, de onde se destaca pela manhã, hidroginástica nas Piscinas Municipais de Belmonte e animação de rua com acordeonistas.
No largo da Junta de Freguesia de Belmonte haverá durante o dia alguns divertimentos, como matraquilhos humanos para todos e insufláveis para crianças, corridas de Kart, e ao final do dia haverá lugar para a comemoração do 7º Aniversário da Associação de Acordeonistas da Beira Baixa, com a actuação de dezenas de acordeonistas, seguindo-se convívio gastronómico com o tradicional “Porco no Espeto” e à noite um arraial com um trio musical de Belmonte “João Clara e Irmãs”.
Será este o programa do “Dia da Freguesia”, uma iniciativa promovida pela Junta de Freguesia de Belmonte.
in "Rádio Caria"
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Falta de equipamento no Estádio Municipal de Belmonte
Recorde-se que actualmente o clube residente é a União Desportiva de Belmonte e os seus dirigentes foram tornando pública a necessidade de haver uma manga de ligação entre os balneários e o relvado, bem como a falta de bancos de suplentes amovíveis para a realização de encontros de futebol de sete, em metade do campo.
Perante esta necessidade, e depois de várias diligências, a autarquia de Belmonte já encomendou estes equipamentos, que se deverão reflectir num investimento de aproximadamente dez mil euros.
Para Amândio Melo, o autarca de Belmonte "esta é mais um a razão para afirmar que existe preocupação em criar condições para a população em geral".
Para a oposição, através do vereador do PSD, Jorge Amaro relembra que "essa necessidade foi bem vincada desde a inauguração deste equipamento".
A inauguração do Estádio Municipal de Belmonte aconteceu há menos de um ano e no passado dia 23 de Março, a FIFA emitiu na sua sede em Zurich, um certificado que atribuiu duas estrelas a este equipamento desportivo de Belmonte
in "Rádio Caria"
(imagem UDB)
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