quinta-feira, 30 de setembro de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Exposição fotográfica de Carlos Pimentel
Localização: Antigos passos do concelho de Belmonte (Pelourinho)
Data: Até 20 de Agosto
Horas: 9h - 19h30m
Contexto: Nos quatro elementos primordiais - terra, água, ar e fogo - exerce-se subjectividade de Carlos Pimentel ao procurar a criação do invisível e do visível. esta dimensão está intrinsecamente associada ao aspecto mítico do Homem. Ao longo da pré-histéoria o Sol foi objecto de veneração.
No Judaísmo, o Sol é referido como sendo próprio Fogo Divino, pois o sumo-sacerdote usava no tempo dos hebreus um disco de ouro sob o peito, em sinal de respeito e veneração ao Fogo. Contudo, no Cristianismo, o Sol (Luz Celeste) representa Cristo, tendo sido considerado "Sol Invictus" (Sol Invencível).
Mas, por terras de Cabral, o jogo do sol manifesta-se recuperado da sua história e abraça a beleza das coisas que o Homem modelou ao longo de séculos. As imagens de Carlos Pimentel são isso mesmo: transparentes, isto é, tentam representar e elogiar a perfeição de um tempo copioso erguido sob o granito duro do pretérito.
Do monte, ou seja, deste Lindo Monte saiu gente que mudou a geografia do seu tempo. Renovou a esperança do seu povo e conquistou "outros espaços e outras culturas". Por outras palvras, desenvolveu aos Portugueses hegemonia e alento e, assim orgulhou o povo de Belmonte num mar de laços para além do próprio mar. A vila continua intacta, bem como encravada no Interior. Foi e será sempre o princípio e o futuro de todas as coisas.
No clarão sufocante, ardente das fotografias de Carlos Pimentel, na opinião de alguns criticos dizem tratar-se de imagens, que resplandecem segredos e dividem dois mundos: a nudez artística e a violência da cor num certo conflito entre o profano e o religioso. Quer dizer, exprimem uma linguagem metamefórica num lugar quase primitivo, incólume...Nesta simbologia carregada exagero, encontramos origens, que tentam purificar a harmonia da humanidade.
O artista não tem fronteiras, nem tão pouco a única linguagem, mas sim, deslumbramento, explendor e plenitude na forma como nos apresenta um universo quase inteligível.
No Judaísmo, o Sol é referido como sendo próprio Fogo Divino, pois o sumo-sacerdote usava no tempo dos hebreus um disco de ouro sob o peito, em sinal de respeito e veneração ao Fogo. Contudo, no Cristianismo, o Sol (Luz Celeste) representa Cristo, tendo sido considerado "Sol Invictus" (Sol Invencível).
Mas, por terras de Cabral, o jogo do sol manifesta-se recuperado da sua história e abraça a beleza das coisas que o Homem modelou ao longo de séculos. As imagens de Carlos Pimentel são isso mesmo: transparentes, isto é, tentam representar e elogiar a perfeição de um tempo copioso erguido sob o granito duro do pretérito.
Do monte, ou seja, deste Lindo Monte saiu gente que mudou a geografia do seu tempo. Renovou a esperança do seu povo e conquistou "outros espaços e outras culturas". Por outras palvras, desenvolveu aos Portugueses hegemonia e alento e, assim orgulhou o povo de Belmonte num mar de laços para além do próprio mar. A vila continua intacta, bem como encravada no Interior. Foi e será sempre o princípio e o futuro de todas as coisas.
No clarão sufocante, ardente das fotografias de Carlos Pimentel, na opinião de alguns criticos dizem tratar-se de imagens, que resplandecem segredos e dividem dois mundos: a nudez artística e a violência da cor num certo conflito entre o profano e o religioso. Quer dizer, exprimem uma linguagem metamefórica num lugar quase primitivo, incólume...Nesta simbologia carregada exagero, encontramos origens, que tentam purificar a harmonia da humanidade.
O artista não tem fronteiras, nem tão pouco a única linguagem, mas sim, deslumbramento, explendor e plenitude na forma como nos apresenta um universo quase inteligível.
Bby Pedro Silveira
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
10 vagas abertas na Câmara Municipal de Belmonte para voluntariado
No concelho de Belmonte o Programa Voluntariado Jovem para as Florestas irá decorrer entre os dias 16 e 31 deste mês, com 10 vagas abertas na Câmara Municipal de Belmonte, entidade promotora do projecto no concelho.
No distrito de Castelo Branco foram aprovados 22 projectos que enquadram 118 jovens, com vagas abertas para os projectos que irão decorrer de 16 de Agosto a 15 de Setembro.
O Programa Voluntariado Jovem para as Florestas é promovido pelo Instituto Português da Juventude e a Autoridade Florestal Nacional e visa incentivar a participação dos jovens no grande desafio que é a preservação da natureza e da floresta em particular e reduzir o flagelo dos incêndios, através de acções de prevenção.
in "Rádio Caria"
domingo, 1 de agosto de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Lagar de Azeite de Maçainhas será requalificado
A Câmara Municipal de Belmonte adjudicou o restauro do antigo Lagar de Azeite de Maçainhas, Belmonte. As obras estão orçadas em quinhentos mil euros.A primeira fase das obras de requalificação do imóvel deverá estar concluída em finais do próximo ano, 2011, e as obras estão a cargo da empresa Edibeiras. A segunda fase deverá passara pelo aproveitamento dos equipamentos interiores, antigamente utilizados no funcionamento daquele lagar.
A Câmara de Belmonte está a pensar em incluir este imóvel no roteiro museológico do concelho e para que sirva de local de estudo, "trazer ali os nossos estudantes e dar a conhecer o seu funcionamento", referiu Amândio Melo, o autarca de Belmonte que pensa noutras ideias, como "apresentar ali as tradicionais tibórnias", o autarca a destacar a vertente gastronómica pensada para aquele espaço, depois de concluído.
in "Rádio Caria"
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Freguesia de Maçainhas fustigada pelo fogo
A madrugada de segunda para terça-feira foi de sobressalto para muitas aldeias dos concelhos do Sabugal e Belmonte. Em Maçainhas, o fogo andou a “lamber” as paredes às casas lançando o pânicoPELO segundo ano consecutivo, José Gonçalves teve o fogo perto de casa, entre o Sabugal e Belmonte, mas desta vez em pânico: foi obrigado a evacuar a habitação e a lutar para que as chamas não queimassem mais que a horta. “Não percebo: por mais incêndios que haja andamos sempre com o coração nas mãos”, desabafou à Agência Lusa, em Maçainhas, Belmonte, à porta da casa cercada de terrenos ainda esfumaçar.
Um incêndio florestal destruiu mato e pinhal desde as 22 horas de segunda-feira com as chamas a nascerem no concelho do Sabugal e a avançarem para Belmonte, onde o fogo foi dominado às 10 e 30, passando a fase de rescaldo, segundo fonte dos CDOS de Castelo Branco.
O fogo lavrou em parte dos terrenos que já tinham ardido no maior incêndio de Portugal e da Europa de 2009, com 10 milhões de euros de prejuízos e que afectou gravemente aquele concelho raiano.
De acordo com a Protecção Civil da Guarda e Castelo Branco, desta vez não há registo de prejuízos como em 2009, mas houve dezenas de pessoas cercadas pelo fogo em Maçainhas.
“Estivemos aqui a noite toda a molhar os telhados e tudo à volta”, descreveu Maria Pacheco, de 67 anos, que viu as férias em casa da filha transformadas numa luta pela sobrevivência.
Às 00 e 20 a família foi acordada por um vizinho que os alertou para a proximidade do fogo. “Acordei e em segundos já estava a arder o pinhal, junto à casa. Entrei em pânico”, relatou.
A filha Elisabete Pacheco, de 39 anos, levou a neta de cinco anos e os dois carros para a aldeia, mais afastada das chamas e junto à auto-estrada A23, enquanto a mãe e o marido protegeram a casa. “Já o ano passado andei a apagar o fogo por esta altura”, referiu, numa alusão ao fogo do Sabugal que destruiu 12 mil hectares de mato, floresta e terrenos agrícolas. “Andamos sempre com o coração nas mãos”, lamentou.
A poucos metros, Ilda Rosa e o marido, José Marques, levaram mangueiras durante a noite para junto de um pavilhão onde um familiar guarda animais e ao qual se encostaram as chamas.
“Depois de os conseguirmos tirar para camiões, estávamos nós cercados pelas chamas. Os bombeiros disseram-nos para esperar até chegarem mais carros de combate”, contou Ilda Rosa, que esteve no local, junto ao apeadeiro de caminho-de-ferro de Maçainhas, entre as 22 horas e as cinco da madrugada. Naquela zona há telefones fixos que não funcionam, uma vez que o fogo destruiu alguns postes de telecomunicações, assim como arderam algumas das travessas do troço da linha de caminho-de-ferro da Beira Baixa, que está desactivada para obras entre a Covilhã e a Guarda. O fogo provocou sustos no concelho de Belmonte, mas lavrou sobretudo em terrenos do Sabugal.
in "Jornal do Fundão"
terça-feira, 27 de julho de 2010
Falta de Médicos de Família na Cova da Beira
De acordo com as directivas do próprio ministério, o ACES que abrange os concelhos da Covilhã, Fundão e Belmonte deveria ter 71 médicos de família. Porém, tem estado longe desse número. Em Janeiro de 2009 tinha 60 clínicos e no início deste ano 54, sendo que no ano passado três pediram a aposentação na Covilhã e dois do Fundão. Quando passar a funcionar com apenas 45, o ACES da Cova da Beira terá, assim, menos 26 médicos de família do que o previsto nos quadros de pessoal, o que representa um défice da ordem dos 37 por cento. «Estamos a falar de um decréscimo acentuado e, por isso, vive-se o problema com alguma preocupação», afirma o presidente do Conselho da Comunidade, Carlos Abreu, ao defender que se a tutela não agir «o número de médicos não será suficiente para assegurar os cuidados médicos à população». Na sua opinião, a solução passa pela contratação de médicos.
«Esperemos que a ministra nos dê uma resposta positiva e o mais rapidamente possível», acrescenta o presidente daquele órgão consultivo. «É uma situação dramática, principalmente no Fundão», analisa, por sua vez, o director do agrupamento, ao referir que dos 14 pedidos de aposentação oito são daquele Centro de Saúde. «Havia 10 médicos na sede de concelho, no centro de saúde, e só ficam dois», alerta Manuel Geraldes, segundo o qual este problema tem vindo a ser acompanhado pela Administração Regional de Saúde do Centro. O responsável explica que «foi por isso que abriu neste último ano uma vaga de internato médico para Medicina Familiar», no entanto, ninguém concorreu. «O problema da fixação de médicos no interior preocupa-nos, mas não nos surpreende», considera Manuel Geraldes, admitindo que «não é fácil adoptar uma solução» para resolver a falta de médicos no ACES que dirige.
Caso não seja possível reforçar o número de clínicos, este responsável explica que «terá de haver uma redução do número de extensões de saúde ou avançar-se para uma reorganização». No total, existem 59 extensões de saúde na Cova da Beira: 27 no Fundão, 25 na Covilhã e sete em Belmonte. Recorde-se que a redução do número de médicos de família é um problema que se sente um pouco por todo o país e que se agravou no início do ano devido à corrida aos pedidos de antecipação de reforma – motivados pelas alterações feitas ao estatuto da aposentação dos funcionários públicos no Orçamento do Estado para 2010. Só na última semana do passado mês de Fevereiro terá havido, a nível nacional, quase 300 médicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) a pedir a reforma antecipada na Caixa Geral de Aposentações (CGA). A grande maioria, cerca de 80 por cento, eram médicos de família. Nessa semana houve quase tantos pedidos como em todo o ano de 2009, quando 401 médicos se aposentaram.
in "O Interior"
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