À semelhança de anos anteriores, de Outubro a Dezembro decorre o Festival do Cogumelo promovido pela Pousada Convento de Belmonte. As ementas criadas e confeccionadas pelo Chefe Valdir Lubave contemplam vários pratos, desde um Capuccino de cogumelos com espuma de ervas aromáticas do jardim do convento, a um Polvo Grelhado em pau de loureiro com Braz de Chantarelus e Pleurotus, passsando por uma Vitela com Creme de morchela de Primavera com puré de trufas negras e crocante de ervas aromáticas; e para terminar uma compota de Ananás com Gelado de boletus, geleia de Porto e Aromas de Flores de Primavera e regado com um Licor de porcino ou aguardente de cogumelos do bosque e especiarias. «É pela manhã que se conseguem recolher os mais frescos ingredientes que, sem dúvida imprimem uma qualidade diferenciada a cada um dos pratos confeccionados», refere o Chef Valdir Lubave. Para os hóspedes da Pousada do Convento de Belmonte, o Chef Valdir irá ensinar os segredos do cogumelo, através de sessões de formação da apanha, preparação e confecção do cogumelo (máximo de 6 pessoas). Mais informações em www.conventodebelmonte.pt.segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Festival do Cogumelo em Belmonte
À semelhança de anos anteriores, de Outubro a Dezembro decorre o Festival do Cogumelo promovido pela Pousada Convento de Belmonte. As ementas criadas e confeccionadas pelo Chefe Valdir Lubave contemplam vários pratos, desde um Capuccino de cogumelos com espuma de ervas aromáticas do jardim do convento, a um Polvo Grelhado em pau de loureiro com Braz de Chantarelus e Pleurotus, passsando por uma Vitela com Creme de morchela de Primavera com puré de trufas negras e crocante de ervas aromáticas; e para terminar uma compota de Ananás com Gelado de boletus, geleia de Porto e Aromas de Flores de Primavera e regado com um Licor de porcino ou aguardente de cogumelos do bosque e especiarias. «É pela manhã que se conseguem recolher os mais frescos ingredientes que, sem dúvida imprimem uma qualidade diferenciada a cada um dos pratos confeccionados», refere o Chef Valdir Lubave. Para os hóspedes da Pousada do Convento de Belmonte, o Chef Valdir irá ensinar os segredos do cogumelo, através de sessões de formação da apanha, preparação e confecção do cogumelo (máximo de 6 pessoas). Mais informações em www.conventodebelmonte.pt.Aldeia de Trigais continua dividida
De acordo com Amândio Melo, presidente da autarquia belmontense, Trigais está integrada na freguesia de Inguias, concelho de Belmonte, distrito de Castelo Branco. Já António Robalo, presidente da Câmara do Sabugal, diz o contrário: «Trigais pertence à freguesia da Bendada, logo é concelho do Sabugal». A confusão não é recente e leva já décadas de história. Em 2006, a Assembleia Municipal de Belmonte chegou a ponderar a realização de um referendo local para a população decidir a que concelho preferia pertencer. Na altura, em cartas militares do Instituto Geográfico Português, Trigais surgia no concelho de Belmonte, motivo que levou a Câmara do Sabugal a apresentar uma reclamação, alegando que a aldeia estava «administrativamente integrada» na freguesia de Bendada.
No entanto, quatro anos depois, nada parece ter ficado definido. E cartas militares mais recentes trouxeram ainda mais dúvidas. Segundo Amândio Melo, há mapas que alteram os limites anteriores, dividindo agora a aldeia «ao meio», com uma parte a pertencer à Bendada e a outra à freguesia de Inguias. A Câmara de Belmonte tentou esclarecer as razões que levaram o IGP a alterar os limites nestas cartas militares, mas as respostas aos ofícios têm sido «vagas e não se chega a conclusão nenhuma», lamenta o autarca. Sem respostas concretas por parte do Instituto, o presidente da Câmara de Belmonte considera que é necessário agir «junto dos tribunais». Nesse contexto, a autarquia vai «pôr uma acção para que o IGP seja obrigado a repor os limites iniciais. Não queremos alterar nada, exigimos é a reposição do que estava antes», esclarece Amândio Melo.
Trigais está no “limite”. A aldeia é limite de freguesia, de concelho, de distrito e ainda de Nomenclatura de Unidade Territorial (a NUT, o padrão utilizado para fins estatísticos). «Quando as localidades são muito próximas, há pessoas cujas moradias estão em território mesmo junto dos limites das freguesias», refere, por sua vez, António Robalo, o que suscita sempre dúvidas. Apesar disso, o edil sabugalense afirma que «a questão é simples: Trigais é uma das localidades da freguesia de Bendada, portanto pertence ao Sabugal». O problema é que a nova divisão sugerida em cartografias recentes divide a aldeia «ao meio», com algumas moradias a pertencerem a duas freguesias: Inguias e Bendada. Na prática, esta situação pode mesmo acabar por trazer alguns problemas à população, por exemplo, nas «divisões de propriedades», alerta Amândio Melo.
in "O Interior"
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Centro Educativo de Belmonte com excesso de alunos
Deputada comunista denuncia falta de espaçoA falta de espaço em sítios como o refeitório ou o local onde funcionam as Actividades de Tempos Livres (ATL), no Centro Educativo de Belmonte, está a sentir-se. Quem o diz é a deputada da CDU, Dulce Pinheiro, que na última Assembleia Municipal pediu explicações sobre o assunto ao autarca local, Amândio Melo.
Segundo Dulce Pinheiro, no pré-escolar, este ano, estão inscritas 45 crianças (no ano passado eram 32) e por isso, tendo em conta a população escolar que frequenta o Centro Educativo, não há espaço para que as refeições sejam servidas ao mesmo tempo para todas as crianças, ou seja, tanto do pré-escolar como do primeiro ciclo. “Têm que comer por turnos, porque não cabem” acusa Dulce Pinheiro, que diz mesmo que nas salas onde se servem os lanches, a meio da manhã ou a meio da tarde, as crianças “estão enlatadas”. Por isso, “são precisas soluções para por cobro a esta situação” pede a deputada.
Outra das questões posta em causa foi o preço das refeições este ano. A autarquia aplicou novas tabelas tendo em conta os rendimentos declarados pelos pais no IRS, mas isso, diz Dulce Pinheiro, fez com que crianças mais pequenas cheguem a pagar mais “que os irmãos que estão no primeiro ciclo, o que não é correcto” afirma.
Na resposta, o presidente da Câmara de Belmonte perguntou a Dulce Pinheiro se achava bem que as pessoas pagassem “cinco euros e meio por mês para as refeições”, como acontecia no ano passado e que a aplicação das referidas tabelas foi feita por valores mínimos, tendo em conta escalões da Segurança Social. “Se não fosse assim, haveria famílias sem posses que estariam a pagar mais. Assim, paga mais quem pode pagar para quem não pode pagar menos” justifica. Sobre o funcionamento do refeitório, Amândio Melo diz que não é “nenhum crime” desencontrar os horários das refeições e que isso até é aplicado em escolas mais recentes, no País. “Foi uma oportunidade para ficar calada” acusa o autarca. Mas Dulce Pinheiro, contudo, disse ao autarca que teria que perceber que “custa às famílias passarem de cinco euros e meio para 37”, até porque, diz, as tabelas da Segurança Social “são injustas. Não passa pela cabeça de ninguém que se pague mais no ensino público que no privado” diz.
O NC sabe que a falta de espaço, os preços das refeições e a falta de auxiliares de acção educativa foram assuntos já abordados pelos pais das crianças do pré-escolar, que já deram conta destas preocupações à Associação de Pais do Centro Educativo, de modo a que fizesse chegar este assunto à autarquia e agrupamento. Os pais consideram que o actual refeitório, apesar de não ser mau, é pequeno para acolher tantas crianças, que as crianças o pré-escolar estão mesmo num local sem luz e que as duas auxiliares que ajudam a servir as refeições não chegam para 45 crianças. Também a falta de espaço no ATL é criticada e os preços, dizem, apesar do acréscimo não correspondem a um acréscimo de qualidade.
Ainda no que concerne à abertura do ano lectivo no concelho, Dulce Pinheiro elogiou o papel de Amândio Melo na manutenção de todas as escolas primárias que estavam abertas no ano transacto, mas “é preciso ter a noção de que se trata de uma situação provisória”.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Belmonte com pouca oferta na restauração Kosher
A denúncia partiu do Presidente da Turismo Serra da Estrela(TSE) e serve de alerta para os empresários da restauração do concelho de Belmonte.Jorge Patrão aproveitou a apresentação do I Festival de Memória Sefardita para sublinhar que "existe necessidade de criar mais oferta de alimentação Kosher no concelho de Belmonte". Para este responsável pelo turismo regional, "outros municípios, como a Guarda e Trancoso estão em condições de dar mais resposta a grupos maiores de turistas ortodoxos", acrescentou.
Em resposta, Amândio Melo, o autarca de Belmonte começou por discordar, no que diz respeito à qualidade da alimentação Kosher, mas acabou por partilhar que no que diz respeito à oferta em termos de quantidade, "outros municípios deverão estar noutro patamar", sublinhou.
O presidente da Câmara de Belmonte acrescentou que apesar da oferta ser em menor quantidade "a qualidade dos produtos Kosher, numa parceria com a Comunidade Judaica de Belmonte, importa referir que é boa", mas Amândio Melo não esquece que será necessário criar mais oferta, neste caso para grupos maiores, uma vez que o concelho belmontense tem assistido a um aumento do número de visitantes, em que o Museu Judaico de Belmonte é exemplo e até ao passado mês de Julho recebeu a visita de cerca de quarenta mil turistas.
Associação Rede Nacional de Judiarias
A Turismo Serra da Estrela recebeu no passado dia 8 de Outubro várias entidades de todo o país, com o objectivo de concertar esforços para a criação de uma rede nacional de judiarias.
Regiões Turísticas como Alentejo, Douro, Algarve, Oeste, para além da anfitriã Serra da Estrela e ainda os municípios de Belmonte, Tavira, Castelo de Vide, Guarda, Trancoso, Freixo-de-Espada-à-Cinta, Torres Vedras e Penamacor, assim como as comunidades judaicas de Lisboa Porto e Belmonte, que decidiram criar uma associação que visa incentivar a recuperação do património legado pela herança da história judaica portuguesa e promover cultural e turisticamente essa componente da identidade nacional.
Em comunicado, esta entidade dá conta de que "este será o núcleo embrionário da Rede de Judiarias de Portugal cujo acto formal de constituição está já agendado para a primeira semana de Janeiro de 2011. Também os municípios de Lamego e Lagos que não puderam comparecer à reunião se mostraram igualmente interessados na fundação desta rede, que virá a integrar todos os que se mostrem decididos a promover a
recuperação patrimonial bem como a promoção cultural e turística deste tema".
in "Rádio Caria"
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Imposto sobre imóveis mantém-se
Oposição queria valores mais baixosA Câmara de Belmonte aprovou na quarta-feira, 15, por maioria, com os votos contra dos dois vereadores da oposição, Jorge Amaro e Luís António Almeida, as taxas municipais sobre imóveis relativas a 2011.
Assim, a Câmara mantém a taxa de 0,8 para prédios rústicos, de 0,6 para urbanos e 0,3 para as avaliações feitas através dos novos termos do CIMI. Ou seja, na prática, os munícipes donos de prédios, casas ou terrenos irão pagar o mesmo que o ano passado.
Valores que, contudo, não tiveram a concordância dos vereadores independentes da oposição. Jorge Amaro sugeriu, à semelhança do que fizera no ano passado, taxas mais baixas em 0,1. Ou seja, 0,5 para os prédios urbanos. “As receitas da Câmara cresceram no último ano, pelo que se poderia baixar” justifica.
Porém, a maioria socialista no executivo optou por manter as mesmas taxas. Mário Tomás, vereador em permanência, diz que o valor de 0,6 incide sobre prédios “mais antigos”, que por isso já pagavam taxas relativamente baixas. “Já estavam sub-avaliados” afirma, dizendo que não faz sentido baixar. Quanto aos 0,3 para avaliações feitas nos termos do CIMI, o vereador diz que se houvesse um abaixamento a Câmara perderia uma receita de cerca de 80 mil euros. “Este ano houve mais receitas porque há mais prédios que estão a perder as isenções a que tinham direito. Também houve um aumento na construção. Neste último ano foram aprovadas 54 novas construções no concelho. Esta taxa é justa, pois somos dos mais baixos” afirma Tomás.
Pelo mesmo diapasão alinha Amândio Melo, que acrescenta que a receita subiu cerca de 13 mil euros, o que é “irrelevante”, e que as taxas aplicadas “são das mais baixas do distrito. Este é um investimento que fazemos nas pessoas” assegura.
in "Notícias da Covilhã"
PCP questiona ministério sobre situação da Carveste
O Partido Comunista quer saber quais as medidas que o Governo vai tomar para salvaguardar os mais de 200 postos de trabalho da empresa de confecções Carveste, situada em Caria, no concelho de Belmonte.Os comunistas questionaram o Ministério da Economia em Fevereiro para saber qual a situação da empresa, mas continuam a aguardar resposta por parte do Governo, diz a pergunta apresentada no Parlamento pela deputada Paula Santos.
Em causa, diz o PCP, estão os salários em atraso que os trabalhadores continuam sem receber, tal como o último subsídio de férias, do qual ficou por pagar cerca de 30 por cento. O subsídio de férias de 2009 também só foi pago parcialmente, diz o documento.
in "Jornal Reconquista"
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Exposição fotográfica de Carlos Pimentel
No Judaísmo, o Sol é referido como sendo próprio Fogo Divino, pois o sumo-sacerdote usava no tempo dos hebreus um disco de ouro sob o peito, em sinal de respeito e veneração ao Fogo. Contudo, no Cristianismo, o Sol (Luz Celeste) representa Cristo, tendo sido considerado "Sol Invictus" (Sol Invencível).
Mas, por terras de Cabral, o jogo do sol manifesta-se recuperado da sua história e abraça a beleza das coisas que o Homem modelou ao longo de séculos. As imagens de Carlos Pimentel são isso mesmo: transparentes, isto é, tentam representar e elogiar a perfeição de um tempo copioso erguido sob o granito duro do pretérito.
Do monte, ou seja, deste Lindo Monte saiu gente que mudou a geografia do seu tempo. Renovou a esperança do seu povo e conquistou "outros espaços e outras culturas". Por outras palvras, desenvolveu aos Portugueses hegemonia e alento e, assim orgulhou o povo de Belmonte num mar de laços para além do próprio mar. A vila continua intacta, bem como encravada no Interior. Foi e será sempre o princípio e o futuro de todas as coisas.
No clarão sufocante, ardente das fotografias de Carlos Pimentel, na opinião de alguns criticos dizem tratar-se de imagens, que resplandecem segredos e dividem dois mundos: a nudez artística e a violência da cor num certo conflito entre o profano e o religioso. Quer dizer, exprimem uma linguagem metamefórica num lugar quase primitivo, incólume...Nesta simbologia carregada exagero, encontramos origens, que tentam purificar a harmonia da humanidade.
O artista não tem fronteiras, nem tão pouco a única linguagem, mas sim, deslumbramento, explendor e plenitude na forma como nos apresenta um universo quase inteligível.

