quinta-feira, 31 de março de 2011

Campeonato Nacional de Jiu Jitsu comquistado por um belmontense

Filipe Nave (de preto na imagem) atleta natural de Belmonte, venceu no passado fim-de-semana, o campeonato nacional de Jiu Jitsu, no escalão de pesos pesados.

A prova decorreu no Pavilhão da Cidade Universitária de Lisboa e o atleta belmontense, a representar a equipa Gracie Lisboa com filial na Covilhã, arrecadou o lugar maior do pódio.

Ao todo estiveram em prova 220 atletas, a competir nesta modalidade ligada às artes marciais. Filipe Nave é assim o novo campeão nacional.

A próxima prova do campeonato nacional irá decorrer em Lisboa, no próximo mês de Maio.
Os administradores do blog "Gentes de Belmonte" felicitam o atleta belmontense por este feito.

sábado, 26 de março de 2011

Mudança de Hora para horário de Verão

Em Portugal continental:

Em conformidade com a legislação, a hora legal em Portugal continental, será adiantada de 60 minutos à 1 hora de tempo legal (1 hora UTC) do dia 27 de Março e atrasada de 60 minutos às 2 horas de tempo legal (1 hora UTC) do dia 30 de Outubro.

LEGISLAÇÃO


Portugal continental

Decreto-Lei nº. 17/96, de 8 de Março

Artigo 1º.
1 - A hora legal de Portugal continental coincide com o tempo universal coordenado (UTC) no período compreendido entre a 1 hora UTC do último domingo de Outubro e a 1 hora UTC do último domingo de Março seguinte (hora de Inverno).

2 - A hora legal coincide com o tempo universal coordenado aumentado de sessenta minutos no período compreendido entre a 1 hora UTC do último domingo de Março e a 1 hora UTC do último domingo de Outubro (hora de Verão).

Artigo 2º.
As mudanças de hora efectuar-se-ão adiantando os relógios de sessenta minutos à 1 hora UTC do último domingo de Março e atrasando-os de sessenta minutos à 1 hora UTC do último domingo de Outubro seguinte.


Resumindo, quando for 1h no tempo actual, na noite de 27 de Março, devemos acrescentar mais uma hora prefazendo as 2h correspondentes ao horário de verão.

Para quem defenda o fim destas mudanças de hora como é o caso dos administradores do "Gentes de Belmonte", pode participar o seu decontentamento através da seguinte petição: clique aqui!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Lar de Caria e "Academia Gimno" em Belmonte serão os destaques deste ano

Para além da construção do Lar de Caria, a “Academia Gimno” de Belmonte é o grande projecto da Câmara Municipal para este ano de 2011.

O projecto e a respectiva abertura de concurso foram aprovados na última reunião do Executivo Municipal de Belmonte. O preço base da obra ronda os 700 mil euros e ficará instalada no piso inferior do edifício do mercado municipal. A “Academia Gimno” prevê a oferta de uma série de equipamentos, entre os quais, uma piscina aquecida, “mais uma oferta qualificada a pensar no bem-estar da população” refere Amândio Melo. Um investimento da responsabilidade da Câmara Municipal, que depois de concretizado "poderá ser concessionado ou gerido pela Empresa Municipal de Belmonte".

O vereador independente, Jorge Amaro, refere que se trata de facto do reaproveitamento de um edifício municipal, “politicamente é o concretizar de um compromisso eleitoral apresentado na última campanha pelo presidente da autarquia”. Nessa altura Jorge Amaro defendia “a centralidade desportiva no Complexo Desportivo de Belmonte que deveria ter mais área para contemplar todos os equipamentos”, mas o vereador independente não se opõe á obra da “Academia Gimno” e espera que a obra "possa ser candidatada a um programa comunitário para poder ser concretizada”.

Entregues mais de 35 mil assinaturas contra portagens

A Comissão de Utentes Contra as Portagens nas autoestradas A25, A24 e A23 entrega na terça feira, na Assembleia da República (AR), um abaixo-assinado contra a cobrança de tarifas naquelas vias atualmente sem custos para o utilizador.
O porta-voz da comissão, Francisco Almeida, disse à agência Lusa que ao todo foram recolhidas mais de 35 mil assinaturas, naquilo que considera ter sido um curto espaço de tempo.

«De outubro para cá conseguimos recolher mais de 35 mil assinaturas. Um número tão grande deixa bem patente o grande descontentamento que se vive», avançou.

Francisco Almeida sublinha que aquando da entrega do abaixo-assinado na AR gostaria que «houvesse uma reunião com o presidente», embora reconheça que Jaime Gama deva ter uma agenda preenchida.

«Nós gostávamos, e o país precisa, que os dirigentes políticos tivessem em consideração a opinião das pessoas. São muitas pessoas que gostaríamos que fossem ouvidas», sustentou.

O porta-voz da comissão sublinhou ainda que das mais de 35 mil assinaturas recolhidas, mais de 500 são de entidades coletivas.

«Assinaram muitas câmaras municipais do distrito, nomeadamente Viseu, Lamego, S. Pedro do Sul e Vouzela, para além de juntas de freguesia dos concelhos mais afetados e diversas empresas», acrescentou.

Nos últimos meses, a comissão de utentes procedeu à recolha de assinaturas para o abaixo assinado contra as portagens em vários concelhos afetados.

Disponibilizou ainda um sítio na internet para que os utentes pudessem subscrever o abaixo-assinado.

Para além da distribuição de panfletos com os preços das portagens, foram também colocadas faixas em pontes e viadutos nos distritos de Viseu, Vila Real, Guarda e Castelo Branco, com apelando à indignação.

terça-feira, 22 de março de 2011

“Em defesa do concelho de Belmonte”

O vice-presidente da Câmara Municipal de Belmonte considera que o concelho deve estar preparado para combater "uma eventual proposta que aponte para a fusão ou extinção de municípios e de Juntas de Freguesia".

Numa declaração política intitulada “Em defesa do concelho de Belmonte”, David Canelo alertou para o facto de “dentro desta conjuntura de crise em que vivemos, começou agora o debate que visa discutir a reorganização administrativa do país. Tudo isto em nome da contenção orçamental”. O vice-presidente da Câmara Municipal de Belmonte acrescenta que a questão até pode ser outra, “porque não acabam também, por exemplo, com os Governos Civis que é de consenso nacional não servirem para nada”.

O autarca afirma que sendo o município de Belmonte um dos mais pequenos do país “estamos numa situação emergente de um dia nos podermos confrontar com uma possibilidade de fusão ou agregação do mesmo” e aponta o dedo a “políticos efémeros que se julgam sabedores de tudo”.

O vice-presidente da autarquia belmontense mostrou-se crítico quanto á reorganização administrativa do país, pretendida por alguns políticos, em nome da contenção orçamental. Uma declaração política apresentada na última reunião pública da Câmara Municipal de Belmonte.

sábado, 19 de março de 2011

Previstos dois pórticos no concelho de Belmonte

Não sendo possível suspender o processo de introdução de portagens na auto-estrada da Beira Interior, o presidente da Câmara Municipal de Belmonte defende a implementação de “um canal aberto sem portagens para a Guarda e a Covilhã”.

Uma proposta deixada por Amândio Melo na reunião tida recentemente com o Secretário de Estado das Obras Públicas, que ainda não obteve resposta. Amândio Melo acrescenta que no projecto inicial está prevista "a instalação de dois pórticos no concelho", nomeadamente, no nó norte e sul de Belmonte (este colocado num nó do acesso sul por concluír) na auto-estrada da Beira Interior. Amândio Melo espera que a proposta deixada ao membro do governo "tenha receptividade".

Um assunto abordado na reunião pública do Executivo Municipal de Belmonte, onde o vice-presidente da autarquia apresentou uma declaração política sobre a introdução de portagens nas auto-estradas que cercam o concelho de Belmonte. David Canelo entende que o processo é lesivo e injusto “para com a população do concelho e vai acentuar ainda mais a já muito débil economia local. O pagamento do imposto de portagens provoca um aumento do custo de vida, cria mais dificuldades ás empresas e agrava a situação económica e social do concelho. Numa palavra, sacrifica ainda mais a nossa população” e levará “ao desemprego muitos trabalhadores e empresas que teriam projectos para se instalar na região fogem para outras zonas e para outros países, como o diabo foge da cruz”.

O vereador independente Jorge Amaro subscreve a posição do vice-presidente da Câmara Municipal e afirma que esteve "desde a primeira hora contra a introdução de portagens" na auto-estrada da Beira Interior e “dentro das medidas possíveis de negociação” o presidente da autarquia está perfeitamente legitimado, pelos vereadores independentes, para “defender o município e os munícipes de Belmonte”.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Comurbeiras e Empresários recorrem aos tribunais para travar portagens

A um mês da entrada em vigor das portagens na auto estradas que servem a Beira Interior, a Comunidade Intermunicipal das Beiras (CIM), aprovou por unanimidade uma moção de protesto contra a introdução de portagens na A23 e A25. O documento vai ser enviado ao Presidente da República e ao Primeiro-ministro. Além da moção, o conselho executivo da CIM “deliberou apresentar uma providência cautelar, contra aquela decisão, a interpor junto dos Tribunais Administrativos”. Na reunião realizada em Belmonte a CIM decidiu ainda formalizar “uma queixa, junto das instâncias europeias, porquanto as portagens ora decididas vêm taxar a utilização de troços daquelas vias que foram objecto de financiamento comunitário”.

Também o movimento de “Empresários pela Subsistência do Interior”, anunciou esta semana que poderá recorrer à via judicial para impedir o governo de acabar com as SCUT na A23, A34 e A25. O anúncio foi feito numa conferência de imprensa em que aquele movimento de empresários anunciou ter pedido audiências ao Primeiro-ministro e a todos os grupos parlamentares na Assembleia da República.

O movimento de empresários contra as portagens aguarda pela decisão do Tribunal Central e Administrativo do Porto relativo às providências cautelares apresentadas por dois municípios do Norte de Portugal e caso o pedido de suspensão tenha eficácia, poderão fazer o mesmo na região servida pelas SCUT da Beira Interior. Uma informação avançada pelo empresário Luís Veiga. Além de recorrerem à via judicial, os empresários lembram que no caso da A23 não há percursos alternativos à auto-estrada o que “poderá traduzir-se numa mais-valia” na defesa dos interesses das empresas e populações, esclarece Luís Veiga.

Recorde-se que o mesmo movimento de empresários apresentou um estudo sobre as implicações económicas e sociais das portagens na Beira Interior. O documento elaborado com base na realização de 542 inquéritos em empresas dos distritos de Castelo branco, Guarda e Viseu concluiu que as portagens poderão contribuir para o encerramento de 6 mil e 800 empresas e para a perda de 17 mil e 100 postos de trabalho. Os resultados do estudo foram apresentados ao deputado do CDS-PP Ribeiro e Castro. Aquele eleito na Assembleia da República ficou apreensivo com os efeitos do pagamento nas auto estradas e sugeriu a implementação de “uma política de vinheta que permitiria que os estrangeiros não escapassem ao pagamento sem prejudicar os residentes”.Penalizar o utilizador ocasional foi a sugestão deixada na Covilhã pelo representante do CDP-PP, partido que sempre defendeu o princípio do utilizador pagador.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Trabalhadores em greve na Carveste

As trabalhadoras da empresa de Confecções Carveste, com sede em Caria, encontram-se em greve, desde as 8 horas desta segunda-feira, pelo pagamento do salário de Fevereiro e da parte ainda em falta do subsídio de férias de 2009.

“Há quase três anos que estas trabalhadoras recebem os salários com muito atraso e, com enorme paciência e sentido de responsabilidade têm suportado todos os sacrifícios para salvar a empresa e os seus postos de trabalho”, dá conta em comunicado o Sndicato Têxti da Beira Baixa.

Ao que tudo indica, “não tem havido a mesma atitude por parte da gerência da empresa que, num comportamento que só pode visar o conflito, sistematicamente falta aos compromissos que assume, que dá o dito por não dito e que usa a chantagem, procurando passar para as trabalhadoras e o Sindicato a responsabilidade de qualquer ruptura”, sublinha o sindicato.

Agora, depois de dizer que iria pagar o salário, ou a maior parte dele, até ao dia 11 de Março e de as trabalhadoras terem exigido o seu pagamento integral nesse dia, veio dizer que afinal só pagaria no dia 16 de Março e, ainda assim, se um cliente lhe adiantasse dinheiro.” Pelo que se passou noutros meses não seria de estranhar que no dia 16 viesse dizer que não teve o tal adiantamento e que, por isso, não pagaria a totalidade do salário”, duvidam os trabalhadores. "Note-se que, para colaborar com a empresa, as trabalhadoras fazem horas, trabalham aos sábados e abdicaram do gozo de férias no Natal para tirarem os dias de férias quando deles necessitassem e mesmo assim a empresa tem vindo a colocar obstáculos a esse gozo".

No entanto os trabalhadores da empresa estão disponíveis para encontrar uma solução para o actual conflito mas, desde já deixam claro que, não pactuarão com mais incumprimentos e muito menos se submetem a atitudes de chantagem e de ameaças de levantamento de trabalho. As encomendas existentes são da Carveste e qualquer tentativa de as tentar retirar configura um crime de sabotagem da empresa que não permitem que seja cometido.

“Em face do exposto fica claro que só a gerência da empresa é responsável pela actual greve e pelas consequências que daí advierem”, sublinha o STBB no seu comunicado enviado às redacções esta manhã.

sábado, 12 de março de 2011

Iniciativa para promover produto nacional de forma gratuita

Iniciativa “Compro o que é nosso” divulgado em Belmonte e Fundão.

Pela primeira vez as empresas do setor agroalimentar da Beira Baixa que queiram aderir ao Programa nacional “Compro o que é nosso” poderão fazê-lo a custo zero. Para isso muito irá contribuir a iniciativa da Simply b que - durante os meses de março e abril - irá promover em Belmonte, no Fundão e em Castelo-Branco, em parceria com a Associação Empresarial de Portugal e diversos organismos locais, três sessões de apresentação desta iniciativa nacional.

As iniciativas de Belmonte e do Fundão realizam-se este sábado e na próxima terça-feira, respetivamente, a primeira na Quinta dos Termos pelas 15 horas com o apoio da Associação Empresarial da Covilhã, Belmonte e Penamacor e a segunda na Câmara do Fundão pelas 18 horas, numa parceria com a Associação de Queijeiros da Soalheira. Castelo-Branco é o terceiro destino desta iniciativa que contará com o apoio da InovCluster, embora ainda não esteja definida uma data em concreto.

quinta-feira, 10 de março de 2011

"Artes e Ofícios" na vila de Caria"

A exposição permanente “Artes e Ofícios”, promovida pela Câmara Municipal de Belmonte, vai ser inaugurada no próximo sábado na vila de Caria.

Uma exposição que visa "difundir e preservar as memórias dos antigos ofícios tradicionais do Concelho de Belmonte". Criada a partir da cedência de mais de 200 peças do coleccionador e cariense Mário Tomás, pretende-se "conhecer a história de algumas antigas profissões, a riqueza da sua existência, os seus afazeres e o seu valor social e antropológico".

Nesta exposição mostram-se ao pormenor as peças e utensílios utilizados pelos carpinteiros, barbeiros e sapateiros em meados do século XX, que constituem memórias do passado e marcaram de alguma forma a vida de todos nós. A exposição ficará instalada na Casa Etnográfica de Caria, espaço cultural que se adapta à natureza da exposição, e será inaugurada no próximo sábado (15h30).

quarta-feira, 9 de março de 2011

"Censos 2011" já estão no terreno e com coimas para quem se recusar cooperar

A operação arrancou com a distribuição de questionários à população. A grande novidade dos Censos deste ano é a possibilidade de responder aos inquéritos através da Internet.

No concelho de Belmonte "vão estar envolvidas 23 pessoas nesta operação que conta ainda com um coordenador em cada freguesia", como explica Paulo Monteiro, coordenador concelhio desta operação "Censos 2011”. O objectivo desta acção é o de "recensear todos os cidadãos e famílias residentes, ou apenas presentes, no território português, independentemente da sua nacionalidade, bem como todos os alojamentos e edifícios destinados à habitação", como acrescentou Paulo Monteiro.

Em Portugal este será o 15º recenseamento geral da população e o quinto recenseamento geral da habitação. De referir ainda que os recenseamentos são a maior operação estatística realizada em qualquer país do mundo, sendo os seus resultados determinantes para os governos centrais, regionais e autárquicos, para empresas, entidades públicas e privadas, para investigadores e para cidadãos em geral. As respostas disponibilizadas pelos Censos são de grande utilidade para a definição de políticas a nível local e regional e para o planeamento de infra-estruturas e serviços essenciais.

Hoje arrancou a operação “Censos 2011” com a distribuição de questionários à população que serão recolhidos entre os dias 21 de Março e 24 de Abril, data em que termina esta operação. Os resultados preliminares serão conhecidos no próximo mês de Julho.


Para quem não quiser cooperar

De acordo com o que está fixado na lei, quem deixar de fornecer informações para os Censos no prazo devido, quem fornecer "informações inexactas, insuficientes ou susceptíveis de induzir em erro" ou se opuser "às diligências das pessoas envolvidas nos trabalhos de recolha de dados" incorre numa contra-ordenação, que é punível com coima de 250 a 3740,98 euros. Caso a infracção se deva a negligência, a multa é reduzida para metade. Além disso, se houver um pagamento voluntário da coima, apenas se tem de pagar o valor mínimo. De acordo com a lei, o dinheiro da multa reverte em 40 por cento para as autoridades estatísticas e em 60 por cento para o Estado.

Pior mesmo só a moldura penal para quem viole o segredo estatístico a que estão sujeitas todas as pessoas que trabalham para os Censos. Quem divulgar dados individuais do recenseamento pode ser punido civil e criminalmente, arriscando uma pena de prisão até um ano ou, no caso de ser funcionário do INE, até três anos.

De acordo com o instituto, nunca houve registos de violação do segredo estatístico e a actuação do INE quanto à falta de resposta aos inquéritos tem sido branda. "Até à data, apesar de ter enquadramento legal para o fazer, o INE nunca teve necessidade de aplicar coimas aos cidadãos, uma vez que sempre recebeu da população a colaboração indispensável", esclarece a responsável de comunicação, Manuela Martins. "Não antecipamos que seja numa operação com a importância dos Censos que essa colaboração vá falhar", conclui.

in "Público"