
O pároco de Caria está a responder em dois processos no Tribunal da Covilhã por ofensas a António Dias Rocha e João Gaspar. Em causa estão passagens do seu livro “Memórias de um pároco”, editado com o apoio das autarquias de Belmonte e Manteigas (de onde é natural) e em que tece considerações pessoais sobre a forma como decorreu a candidatura independente (MpB) de António Rocha à Câmara de Belmonte e a forma como é gerida a Santa Casa da Misericórdia de Belmonte de que João Gaspar é Provedor.
“Tenho o máximo respeito Pe. João André e pela Igreja, mas as acusações que me são feitas no livro, a mim e aos que estiveram comigo na candidatura do MpB, são totalmente falsas. Alguém o terá induzido em erro. Só que não podia ficar de braços cruzados deixando que a mentira se espalhasse. Até porque já estavam a correr fotocópias e excertos em blogs na internet”, alega António Rocha, que avançou igualmente com uma “acção cautelar” em tribunal e conseguiu já um acordo com as autarquias patrocinadoras e o próprio autor, para que o livro sejam retirados do mercado “e, dentro do possível, recolhidos todos aqueles exemplares que foram oferecidos ou vendidos”.
Já a Santa Casa da Misericórdia de Belmonte avançou igualmente com um processo em tribunal e uma queixa junto da Diocese da Guarda. “O pároco conhece bem a actividade desenvolvida pela Santa Casa ao longo destes anos e fiquei surpreso com algumas observações infundadas e ofensivas. É preciso avaliar o que esteve na origem desta atitude e esclarecer tudo o que ali foi escrito” sublinha o Provedor João Gaspar (que era também o número três da lista da lista do Mpb).
Garantem os autores das queixas em tribunal que nada os move contra o pároco, querem apenas repor a verdade e esclarecer a opinião pública, para que não reste a mais pequena dúvida. “Há coisas pouco claras. Nunca ofendemos a Igreja nem fizemos nada do que se nos acusa no livro. Aliás, o que está escrito é ofensa gratuita sem fundamentação. Acredito que o Pe. André terá sido enganado, mas é preciso perceber por quem e com que intenção. O que não pode é passar impune esta difamação à honra e bom-nome das pessoas visadas”, garante António Rocha.
O actual vereador da C. M. Belmonte também não compreende como a autarquia aceitou subsidiar com o dinheiro dos contribuintes um livro com estas graves acusações. “Ainda que livro contenha um lindo capítulo descrevendo o casamento da filha de Amândio Melo”, actual presidente da edilidade.
“Tenho o máximo respeito Pe. João André e pela Igreja, mas as acusações que me são feitas no livro, a mim e aos que estiveram comigo na candidatura do MpB, são totalmente falsas. Alguém o terá induzido em erro. Só que não podia ficar de braços cruzados deixando que a mentira se espalhasse. Até porque já estavam a correr fotocópias e excertos em blogs na internet”, alega António Rocha, que avançou igualmente com uma “acção cautelar” em tribunal e conseguiu já um acordo com as autarquias patrocinadoras e o próprio autor, para que o livro sejam retirados do mercado “e, dentro do possível, recolhidos todos aqueles exemplares que foram oferecidos ou vendidos”.
Já a Santa Casa da Misericórdia de Belmonte avançou igualmente com um processo em tribunal e uma queixa junto da Diocese da Guarda. “O pároco conhece bem a actividade desenvolvida pela Santa Casa ao longo destes anos e fiquei surpreso com algumas observações infundadas e ofensivas. É preciso avaliar o que esteve na origem desta atitude e esclarecer tudo o que ali foi escrito” sublinha o Provedor João Gaspar (que era também o número três da lista da lista do Mpb).
Garantem os autores das queixas em tribunal que nada os move contra o pároco, querem apenas repor a verdade e esclarecer a opinião pública, para que não reste a mais pequena dúvida. “Há coisas pouco claras. Nunca ofendemos a Igreja nem fizemos nada do que se nos acusa no livro. Aliás, o que está escrito é ofensa gratuita sem fundamentação. Acredito que o Pe. André terá sido enganado, mas é preciso perceber por quem e com que intenção. O que não pode é passar impune esta difamação à honra e bom-nome das pessoas visadas”, garante António Rocha.
O actual vereador da C. M. Belmonte também não compreende como a autarquia aceitou subsidiar com o dinheiro dos contribuintes um livro com estas graves acusações. “Ainda que livro contenha um lindo capítulo descrevendo o casamento da filha de Amândio Melo”, actual presidente da edilidade.
in Kaminhos